Beto No Blog - Minha Vida em Thecnicolor


379 - Piada Olímpica

Adoro ver as Olimpíadas!!!

Só para ver atleta brasileiro se foder. Muito divertida a queda do Diego Hypólito, de bunda no chão. Melhor ainda, a cara de bunda que ele ficou. E onde foi que enfiaram a vara da Fabiana? O Diego caiu de bunda.



Escrito por J.Roberto às 13h54
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378 - Bons Tempos Chatos

Ando meio nostálgico, o que não é comum. Especificamente, ando com saudade de dois períodos: 1999/2000 e 2003/2004. Na virada do século passado, os sites eram feios, com fundos fixos e letreiros movediços, barras de rolagem por todos os cantos, quadrados, muitos quadrados, e cheios de gifs piscantes. Contudo, o mundo virtual era mais democrático, sem o monopólio dos gigantes, sem o tal jabá. Foi assim que conheci a Olivia e mais um monte de outras coisas legais. Época do tantofaz.net, do mundo perfeito... e, lá por 2003, começou a tal blogosfera. Criei meu “vaca devassa” no Blogger, participei do Crussificados, conheci o Danilo, a Meiroka, o Rafa, a Sandrinha (...), tanta gente legal. Era tudo mais difícil, templates complicadas, mas aprendemos muito. Tinha nossos encontros vencendo a timidez inicial de pessoas que nunca se viram e, (.) Mas isso é outra história, não era disso que eu queria falar. Na época, eu trabalhava no Company, outros amigos, outros lugares para freqüentar: Rei das Batidas e a  calabresa apimentada, Von Kessel e o kasler, Woodstock, Bar do Sassá, Pitomba, Paparazzi, Ultralounge, Hertz, Massivo, Píer Paolo, Gourmet, Diesel, Base, Burger Beer, Bar da Cecília, Orange, Carlinhos, Lu e Gabi, Parada do Amor, Balloon... Parece que foi em outra vida, outra pessoa. Além dos lugares que fecharam, muitas pessoas morreram. Algumas de verdade, outras morreram e não sabem disso, estão por aí arrastando suas correntes. Convivo mal com seus fantasmas. A vida, em mim, pulsa muito forte, incomoda-me o trem fantasma e seus mortos-vivos, covardes a se esconder. Nunca perdi o trem da história. Se não sei tudo, adivinho muita coisa. 



Escrito por J.Roberto às 10h19
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377 - Noite de domingo

Domingo, 22:21h. Sinto-me sozinho. Nem o carinho da cachorra foi o suficiente para amenizar. Rodei a agenda em busca de números, arrisquei alguns, para nada. Incompreensão e vazio total. O frio de São Paulo de volta, ao menos, fez com que eu suportasse. O calor só piora a solidão. Hoje não tem figurinhas, não tem ilustração. Minha amizade é cômoda, mas quando estou só, percebo que não preciso de ninguém. Sozinho em casa, não preciso fingir nada para ninguém, não preciso fugir, não preciso sorrir. Eu não quis ouvir músicas, apenas mergulhei nos episódios de Ghost Whisperer. Chorei com mortos, sonhei com Melinda Gordon. Não encontrei nenhum desenho inédito dos Padrinhos Mágicos, nem perdi meu tempo vasculhando sites esotéricos, nem pornôs. Nada. Atualizei a leitura do Príncipe Maldito, li muito sobre civilizações destruídas, pensei muito em finais. Prestei atenção nos sinais, nesta única chance que tenho e o que tenho feito com ela. Acho que até faço bastante, mas o momento agora é de desistência. Decepções fazem parte do meu crescimento mas, para isso, preciso da distância. E do fumo leve que foge entre os meus dedos.



Escrito por J.Roberto às 22h40
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376 - Acertos

Outro dia , meio de mais uma semana e eu no meio de mais alguns problemas. Uma certa saudade, uma dor que traz a fome que eu não quero ter. Eu sinto falta daquele  sorriso e do sorriso que em mim provocava. Eu sinto falta das pequenas graças. Melhor esquecer. As conseqüências não tiveram graça nenhuma. E não era de graça, não pago mais o preço. Novamente aqueles tempos estranhos. Tempo de rupturas, de deixar pra lá, de trocar de turma, de pessoas e até de bebidas.  Aquele período que me recolho para colher os frutos, separar o joio do, pagar as contas,  pagar o pato e ver o que sobra para continuar pagando micos. Macaquinho pilhado, pulo para outro galho, deixo que cantem de galo, engulo alguns sapos, mas já não me engasgo. No final, sempre verei todos chorando, enquanto gargalho.



Escrito por J.Roberto às 13h16
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375 - Novos Começos

Promessa cumprida, no fim de semana me isolei. Depois do show perfeito do Muse na quinta-feira, a sexta-feira foi difícil, mas sobrevivi. Do trabalho, direto para casa. Mal pude ver tevê, dormi cedo. E o sábado começou normal, como geralmente os são, no mês de agosto. Passeios com a Duda, mercado, fazer almoço, cuidar da casa, lavar roupas, cuidar de mim e o resto da tarde vendo seriados e devedês. Um café com minha irmã e o Alê  passou em casa no começo da noite. Vodca, cerveja, rock e bate-papo. Mais filmes até o começo da madrugada e só. Domingo não muito diferente: troca apenas as visitas. Sinto tudo como um novo começo, um menino. Ciente de minhas escolhas, dos meus erros e, também, dos meus acertos. Certo que o erro foi insistir no que não valia a pena, no fardo do fracasso. Certo, ainda, que o futuro já chegou e que hoje já  é amanhã. Estou aqui pra quem quiser se divertir comigo. Ou com a minha cara. Algumas novidades esperadas, dentre elas o Orloff Five, com o The Hives. Mas estou bem animado, também, para ver Plasticines. É só esperar.

 



Escrito por J.Roberto às 13h06
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374 - Manhã de Domingo

Nada melhor que acordar assim, com a Duda ao lado. Banho, pão fresquinho, café e um dia que já nasceu feliz.



Escrito por J.Roberto às 10h50
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373 - Recesso

 

É hora de interromper, calar. Nos próximos tempos não pretendo sair de casa para badalações, exceto, é claro, para os shows do Muse, The Hives, talvez Tim Festival e, certamente, Kaiser Chiefs. Tchau Milo, Flyer, Água Benta, Vegas, Loca, D-Edge, Marinete, vodcas e bilús. Tchau, pessoal da noite! Quando voltar, espero que o elenco tenha se reciclado. Bato em retirada para meus sonhos. Pesadelos que revelam aquilo que não consegui perceber, supostamente acordado, zumbi. Saio expulso. Mergulho necessário, agora posso dormir e acordar, agora deixei pra trás, vomitei meus fantasmas. Saio do poço, exausto, para mergulhar no pântano íntimo. Despido da mortalha, da fantasia do carnaval passado,  palhaço abandonado, esquife de lona caída, livre do féretro. Livre de lágrimas, livre de você, livrança. Tenho por companhia novos livros, velhos vícios, velhos amigos, um cão gris, que tinge  meus dias de brilho prata. Na prática, tudo será mais difícil, sei. Mas sei também que suporto. Afinal, é meu porto. Te vejo em outra oportunidade, com um brinde num cálice de Ruby. 

 



Escrito por J.Roberto às 12h51
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372 - Teu Mal Maior

 Vou registrando meu presente, servirá como referência ao futuro, blogterapia. Baseio-me nos relatos dos posts antigos, comparo as datas passadas com atuais, no geral, estou no lucro! Os dias parecem banais, passam vãos, mas não são. Logo na terça-feira me arrisquei novamente nos bares, o dia no trabalho não tinha sido lá, essas coisas. Tiro o par de All Star e a camiseta da mochila e direto pro bar, sem escalas. O belisco aparece por lá, hipócrita, tamanduá filho-da-putinha. Diz ter ido me procurar. Sei. Não moro no bar e meu telefone não tocou. Toquei pra Loca e até convidei. Disse não, porque  já tinha me encontrado. Sei. Eu fui. E o belisco foi atrás. Ignorei e chega. Fiquei tranqüilo, batendo papo com amigos, bebendo e ouvindo música. Ressaca na quarta-feira tratada com sopa de legumes e sossego, chato foi trabalhar com sono, é o que tem. Dormi cedo, não atendi o celular.   Hoje tem aniversário do Joca, mas eu não vou. Eu estou meio mal humorado, novidade. Estou desejando um  certo mal para  alguém, coisa que nunca fiz.  Na verdade nem estou desejando o mal, não é da minha índole, apenas quero que se foda, de leve. Bem, essa pessoa sempre esteve fodida, é a pior inimiga de si mesma, nem vale a pena desejar o mal. Nem o bem. Porque não adianta, sempre estraga tudo, sem ajuda de ninguém. Nunca vi criatura tão infeliz que se prejudica tanto. Ainda assim, fico na expectativa. Escrevendo, sempre consigo analisar melhor as coisas, nem precisaria postar aqui. Mas assim, é bem mais divertido. E serve como referência para os próximos dias.



Escrito por J.Roberto às 14h16
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371 - relato de dias banais

Séculos que eu não acordava tão cedo como hoje. Despertei sozinho, mas não abri os olhos. Senti a Duda perto de mim, alívio imediato para a manhã vazia de segunda-feira. Sem cigarros, vasculhei o cinzeiro em busca de uma ponta maior, abandonada na noite anterior. Rotina das manhãs: banho, café, cuidados com a Duda, visto-me e encaro a manhã clara e gelada. Passeio pelas ruas do bairro, alegria da cachorra, mas não minha. Volto para casa, últimos cuidados, fone no ouvido, Peter, Bjorn and  Jhon, óculos escuros, compro uma carteira de cigarros e relembro os passos do final de semana. A sexta-feira tinha sido punk: sem paciência para o trabalho e, principalmente, para as pessoas do trabalho. Descolei uma anfeta com um colega e escapei mais cedo, 17:30h.  A duplinha infalível subiu a Rua Augusta, trocando informações: Philosophy and Drugs! Parada no bar da Marinete, neste horário, tranqüilo ainda. Tranqüilo demais para nossa vontade. Troca de bar, corrida pelas ruas, vodcas e cervejas. Chegam mais conhecidos, dupla desfeita. Ligações no celular, X-number, fiz limpeza na agenda de contatos.  Pena não poder fazer o mesmo com minha memória. E chegam mais pessoas, mais chatos, fantasmas que vão ao bar arrastar suas correntes. A madrugada invade a noite, o “belisco” da semana passada insiste e não para de falar. Já de saco cheio de tanto ouvir, calo sua boca com um beijo.  – “Era isso que você queria? Então, por favor, deixe-me apenas ouvir a música do bar!” -  Gente louca do caralho, até aliança de compromisso, insistiu para eu aceitar. Não, obrigado. No máximo, posso fingir que tudo é novo e fazer tudo de novo. E fiz. Se não a fez bem à alma nem ao coração, ao menos, para a pele. Manhã de sábado, trilha de Folhetim, página virada. É hora de cuidar da casa, das roupas da semana, almoço, música em alto volume, seriados em dia e deixo a noite para os outros, hoje não. O domingo invadiu minha alma e fui passear: exposição de Inteligência Artificial (sic!), visita à casa de amigos, comer churros e terminar o final vendo Padrinhos Mágicos, até o sono chegar. O ponto final é colocado com a xícara de café e o pão com manteiga da segunda-feira. Vida besta, essa. Mas sei que é melhor aproveitá-la. Daqui a pouco já é semana que vem (você vem e me acalma) e  eu volto a viver o futuro. Os beliscos passados realmente ficarão no passado e teremos o brilho eterno das mentes sem lembranças. 



Escrito por J.Roberto às 09h05
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370 - ...enquanto espero

 

 

 

Quero um sorriso discreto, disfarçado, sincero e tímido. Quero uma fisgada de olhar acompanhada por um sorriso de lábios tortos, entreabertos. Quero que, ao passar por mim, me diga algo, sussurro de pequeno desejo  ou vontade. Que as vontades sejam tímidas e intensas como as minhas. Que sejam banais, possíveis, sem alegorias, abstratas pela simplicidade. Que não haja declarações verbais, que não cobre, nem diga, palavras. Não venha com confidências, traga, apenas, anseios. Discretos, também , nos toques de mãos. Discretos nas brigas, discussões inevitáveis, como serão inevitáveis as mentiras, mas que sejam amenas e que finja acreditar nas minhas, como sempre estarei disposto a acreditar nas tuas. Não cobre verdades, mas que possamos exigir, um do outro, mentiras que protejam a relação. Sejamos bons atores, ainda que amadores. As verdades interessantes revelam-se na cama, bons amantes. E calados. Chapados, loucos e  pirados, que apenas sussurram. Por favor, não feito amantes surdos-mudos, moderação na intensidade do som. Repito, sem palavras. Promiscuidade verbal só tolero quando bater o cotovelo na quina da parede. Porque palavrão alivia a dor mas nada tem a ver com amor. De promíscuo, basta o que já vi, não quero ouvir mais nada.



Escrito por J.Roberto às 17h06
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369 - Muse

Eu vou também!

Só pra registrar no diário.

Ingresso comprado, 31/07/2008.



Escrito por J.Roberto às 11h25
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368 - Declaração de Amor

Sentindo-se sozinho, investiu o olhar. Eu não sou qualquer um mas, naquele momento, eu era único. Nada bom ser considerado único, assim, dessa maneira. Viro apenas falta de opção. Eu também não tinha opção alguma mas já não me sinto assim, sozinho, ao ponto de aceitar a primeira opção. Não sinto falta, não sinto sede, gosto de mim, gosto da minha vida, da minha cachorra, enfim, gosto de estar assim. E assim, do jeito que estou, às vezes estou por aí. Por aí eu ando. Entro em bares, ouço rock, canto e danço, compro ingressos e até planejo ir ao teatro e ao cinema. Não vou, perdi a paciência. Por aí eu encontro pessoas. Algumas, por nada melhor a fazer, levo para cama. Satisfaço um desejo que nem senti. Satisfação alheia, vê se me dá o prazer de ter prazer comigo. Eu não peço número de telefone, ofereço o meu, educação. Fosse esperto não ligaria, não mandaria mensagem, não se declararia assim, tão fácil. De fácil, basta eu. Eu sou uma invenção de mim e você apenas se encantou. O chato é dizer que vou quebrar este encanto. Vê se manca e volte pro canto de onde te tirei. Que bom que acreditamos naquela farsa, naquele momento. Naquele momento era real. Agora, meia volta! Saia de fino pra ninguém perceber. Volta e meia estou por aí e, talvez, de novo, você me encontre e comigo uma nova farsa real, nova invenção que te encante e te faça sonhar. Hoje, o sonho já acabou, meu filho, acorda! O máximo que conseguiu deixar em mim, é uma lembrança, um cheiro, ruim. Não se preocupe quando me reencontrar. Quando eu bebo, eu sempre esqueço e, já disse, eu já serei outro. O chato é que percebi muito rápido que você será o mesmo. As tais pessoas que não mudam quando é lua cheia.



Escrito por J.Roberto às 12h59
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367 - The Hives

Ingresso Comprado: 06/09/2008!

 



Escrito por J.Roberto às 17h40
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366 - Coleções

Estou resfriado, ou com gripe, ou com rinite, ou só com excesso de baladas, mesmo. Eu estou quase conseguindo parar de fumar. Não, eu só estou fumando bem menos, mesmo. Comprei um computador novo que está dando alguns problemas, reiniciando sozinho, um saco. Nasceu o Luís, meu sobrinho mais novo, filho da minha amiga Cláudia. Lindo, japonesinho, mas eu ainda não fui vê-lo. Não vou até melhorar da suposta gripe ou resfriado. Não pretendo sair para as baladas neste fim de semana. Nos planos, só levar a Duda ao Pet, festinha de aniversário para minha mãe e, no máximo, se eu melhorar, visita à Cláudia. De resto, casa, devedês, arrumar a coleção de sabonetes e perfumes. Tem item novo, Silver Black, Azarro. Também estou colecionando agora as figurinhas dos Padrinhos Mágicos. Vou tentar me interessar por algum tipo de jogo no computador. Nunca gostei, nunca consegui jogar nenhum. Ando mais calado, falo comigo mesmo e com a Duda. Pergunto-me se ainda volto a gostar de alguém, assim, de forma especial. Não gosto de viver só de desejo, coleções não podem ser descartáveis. Atualmente, só desejo alguém quando estou bêbado e, ainda assim, só até gozar. 



Escrito por J.Roberto às 11h29
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365 - Por aí

A semana passada passou e deixou um rastro de depressão. Cervejas, vodcas, vinho, ressaca, reuniões, mais cervejas, mais vodca, mais vinho, mais ressaca, mais reuniões, solidão em casa, banho de chuva, computador queimado, almoço com mãe, cervejas, madrugadas vazias na Augusta, ressaca, solidão Mc Donald’s com bonecos do Cartoon, relacionamentos rápidos, descartáveis, é somente sexo e amizade. Outros cursos na semana que chega, outras reuniões, o chuveiro queimou, novas depressões, ligações afobadas, confissões imbecis, dificuldade de aceitação do que passou, invés de comemorar o que nem deveria ter começado. Comprimidos de Lexotan, Valium e analgésicos para a dor de cabeça. Acordo pulando na madrugada, gemendo de dor, cãibras infernais! Despejo palavras, golfadas de letras, de sentimentos, de dores, desamor, convulsões de desafetos, o corpo reclama, as pernas travam, o rosto sorri discreto e sem jeito. A mídia incomoda, atira na cara que não gosto de ninguém. O que não é de tudo ruim. Mas não gosto muito de mim, assim.



Escrito por J.Roberto às 11h40
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